O aroma do café recém-passado se espalhava pela varanda da mansão, misturando-se ao cheiro doce das uvas que amadureciam nos vinhedos. O sol da manhã batia suave sobre nós dois, tingindo a pele de Stella com um brilho quase dourado. Ela estava linda. Exausta, ainda um pouco frágil… mas linda. Eu me peguei observando cada pequeno gesto dela — a forma como segurava a xícara com ambas as mãos, como se buscasse calor; como a barra do robe se abria um pouco com a brisa; como a barriga despontava delicadamente sob o tecido fino. — Bom dia, pequena — murmurei, abaixando-me para beijar sua barriga. As pontas dos meus dedos acariciaram o topo da pele, e eu pude sentir um leve movimento lá dentro. Meu coração quase parou. Ainda estava lá. Ainda lutava. — Você está deixando sua mãe louca de preo

